Minha história 3: “A menina sonhadora”

Tania Rubim

Minha história 3: “A menina sonhadora”

Já ouviu falar de príncipes, cavalo branco, borboletas e pôr do sol? Eu era uma menina sonhadora, gostava de ler contos de princesas e ficar escutando musica no quintal de casa imaginando o príncipe encantado.

Realmente minha imaginação voava longe! As histórias eram sempre as mesmas, a donzela em perigo era salva pelo lindo príncipe e carregada por ele num cavalo branco rumo ao castelo!

A partir deste ponto as meninas começam a desejar que aconteça desse jeitinho. Então ela “acorda” e não vê nada daquilo! Isso significa que não podemos sonhar? Não exatamente, desde que saibamos diferenciar a realidade da fantasia. E é o que muitas não sabem e por isso sofrem! Como eu que vivia sonhando, num mundo imaginário!

Me lembro de haver gostado de um menino que nunca gostou de mim, mas só de vê-lo ao longe eu ficava feliz. Se ele me visse eu sentia que ganhei o dia. Me contentava com tão pouco! Vivia naquela ilusão de que um dia poderia ser possível, mas nunca foi!

Certa vez uma amiga fez uma festinha em sua casa e me convidou, quando cheguei lá estavam várias amigas minhas e algumas pessoas que não faziam parte do meu circulo de amizades.

Mas algo inesperado estava prestes a acontecer! Me recordo que nesse dia um menino que chamou para dançar, eu nem sabia dançar kk mas ele era o melhor rsrsr! Eu aceitei, afinal estávamos entre amigos num ambiente familiar, porque não? Eu dancei com ele, creio que nem trocamos palavras mas a partir daquele dia ele não saiu mais da minha cabeça.

Fomos cada um para sua casa e me lembro que comecei no dia seguinte comecei a falar dele com minha melhor amiga! Nós nunca tínhamos conversado, pois ele não fazia parte do meu circulo de amigos. No entanto a sua irmã estudava comigo e isso facilitou as coisas. Eu não falei de meu interesse com ele, mas sua irmã sabendo foi e lhe comentou.

Na época eu e sua irmã também dançávamos folclore (danças típicas de Portugal) no centro recreativo da minha cidade. Os ensaios eram todos os sábados e para minha surpresa ele começou a comparecer. Isso significava algo, ele estava indo para me ver, eu era o motivo dele estar ali! Eu via que ele era diferente, não era “bobo” como alguns meninos que estudavam comigo, era mais serio, mais maduro. Depois de alguns meses começamos a namorar, lembro até hoje do lugar onde ele me propôs namoro, eu aceitei e ele gravou numa árvore nossos nomes dentro de um coração, rsrsrs.

Já querem saber quem é, não é mesmo? Essa pessoa é o Joaquim, com quem me casei cinco anos depois, mas disso falarei mais adiante.

Agora eu tinha um namorado! Aparentemente tinha tudo, pais que me amavam e me cuidavam, minha irmã, um namorado, não tinha falta de nada materialmente falando, estudava, ia de ferias no verão, aparentemente tudo bem. Mas os conflitos interiores continuavam lá, o vazio dentro do peito que não era preenchido com nada.

Você também se sente assim? Escreva nos comentários como se sente! Aproveite para fazer o Jejum de Daniel, o Espirito Santo é O único que pode preencher esse vazio. Não existe coisa ou pessoa que tenha essa capacidade, somente Ele. Quando receber o Espirito Santo nunca mais sentirá esse vazio dentro do peito!

No entanto ao completar 16 anos uma noticia chegou e não era algo bom, mas disso falarei no próximo post!

Leia aqui os posts anteriores.

Fiz ondulação no cabelo, rsrsrrsr nada a ver kkkkkk

FullSizeRender 9Eu e o Joaquim no começo do namoro!

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Autora do livro "Escolhida para o Altar". Faço a obra de Deus no Altar por 20 anos, espero através do blog ajudá-las, dividindo com vocês experiências e aprendizados.


Comments (4)
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    Milena Costa Venceslau Aug 18 2017 - 8:00 am Reply

    Como me identifico com a Sra. Dna. Tania, cada detalhe desse texto feito com tanto carinho,atenção e lembranças super legais.Agradeço á Deus por usar a senhora para me ajudar!

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    Vera Aug 18 2017 - 11:32 am Reply

    Boa tarde d. Tânia,

    Já me senti assim, mas agora não, recebi o Espírito Santo, este ano e desde aí, tenho paz. Eu cheguei a igreja em criança, pertenci a ebi, fiquei lá a minha infância, mas depois no início da adolescência a minha mãe saiu e eu fui me afastando aos poucos. Eu na minha adolescência andavA sempre a procura de algo que me preenchesse, arranjei um namorado, tinha trabalho, a minha família tratava me bem, Mas eu não era.feliz faltava alguma coisa, e eu sempre a procura. Eu ia a igreja de vez em quando mas não ficava firme, no ano passado fui, uma obreira convidou me para o força jovem e a partir daí fiquei. E agora sim estou bem e tenho paz, graças ao Espírito Santo.

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    Thaina Aug 18 2017 - 1:32 pm Reply

    Ah que legal Dn Tania, estou amando conhecer a historia da senhora e do bp Joaquim. Desde que nasci minha familia ja ia a igreja mais por muitos anoso não partilhei da mesma fé e assim como a senhora relata me sentia assim vazia e nada me preenchia. Já estou na expectativa do próximo post. Na fé !

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    Sara Farias Aug 18 2017 - 2:17 pm Reply

    Tambem já tive essa fase de acreditar que um príncipe perfeito chegaria e todos meus problemas interiores seriam resolvido, toda minha vida seria feliz e completa. Porem vivi 5 anos de um conto de fadas ao contrario, fiz daquele “príncipe” meu tudo, quando na verdade não tinha nada. Foi quando conheci um Rei (Jesus) que mudou minha historia e entendi oque era o amor verdadeiro. Aguardando os próximos posts :)

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